QUINTAS DE DEBATE – AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO CHEFE DO PODER EXECUTIVO   Recentemente updated!


Texto: Loraine Panela

Durante a sua abordagem exordial, como prelector de mais um  Quintas de Debates, realizado no hotel Praia Morena, passado dia 5 do mês em curso, sobre tema “Avalição de Desempenho do Chefe do poder executivo à Luz do Seu Discurso e Pratica”, Wiliam Tonet afirmou que o índice do desemprego em Benguela tem vindo a crescer cada vez mais e que também não tem havido uma preocupação por parte das autoridades, quer sejam locais ou regionais para inverter o quadro, sendo que durante os discursos o titular poder executivo disse várias vezes que uma das metas do seu governo seria diminuir significativamente o índice de desemprego.

Na mesma senda,  advogado, professor universitário e Jornalista criticou ainda a actual lei geral do trabalho dizendo que a mesma é 10 vezes pior que a lei anterior, isto porque a nova, não defende os trabalhadores, mas sim os interesses dos empresários dirigentes e partidocratas, sendo assim está lei devia merecer a atenção do presidente afim de  a revogar.

Dando continuidade a avaliação do cumprimento do discurso do chefe do poder executivo, Willian Tonet falou da falta de fiscalização  do poder executivo dos milhões de Dólares direcionados aos diversos sectores da província de Benguela em áreas como: Energia, águas e industrias e referiu que a maior preocupação já não é saber quanto foi gasto ou roubado  mas sim quanto sobrou, o Jornalista acredita que este processo era possível catalogar em  nove meses de governação – “para se projectar  o amanhã hoje, é preciso conhecer o ontem – Referiu o jornalista”.

Willian referiu ainda que exonerações festas pelo chefe de estado João Lourenço durante os e nove meses, não passaram de masturbações mentais para o povo, pois nada mudou. Acrescentou dizendo que a nova lei de repatriamento de capitais e uma falácia – “Em nove meses perdi as esperanças e tenho medo de voltar a ter esperanças” – concluiu o Jornalista.

No final o preeletor encorajou os jovens a indignarem-se e optarem por uma revolução política pacifica.

O debate teve duração de aproximadamente cinco horas, contou com a participação de mais de 40 cidadãos da sociedade civil composta maioritariamente por estudantes universitários.

 

 

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