CULTURA E DIREITOS HUMANOS


 

O Historiador Tchitchierne Roseau Molowini, em abordagem ao tema proposto coloca de forma precisa as razões e tendências do porquê se abordar a questão de Cultura e Direitos Humanos. Destacando assim uma relação profunda entre a cultura especificamente do HIP HOP e os DIREITOS HUMANOS.

O HIP HOP historicamente no contexto do nosso país, começou como forma de abordagem a questões precisas de veracidade social, e obviamente DIREITOS HUMANOS, mas que com o andamento dos tempos, em parte viu-se estes mesmos focus de certa forma a confundirem-se, na medida em que o nosso regime político que viu-se incomodado pela forma como se colocava.

Factos como discutir se uma manifestação pode ou não ser autorizada, uma vez que está plausível na constituição nos faz pensar se estar num país fora da órbita universal, no que se diz respeito a questões de política e governação, afirmou o prelector. Uma vez que quando se fala de DIREITOS HUMANOS, questões como privar ou impedir a minha vontade de expressar um determinado descontentamento feri de certa forma um direito fundamental. E é ali precisamente onde reside o ponto em questão. O poder da cultura HIP HOP e a sua relação com os DIREITOS HUMANOS. Em gesto de síntese o HIP HOP, se define com uma forma de poder infinito de ajuda aos povos oprimidos. Daí que vemos que na maioria das abordagens dos maiores praticantes da mesma arte, apresentam uma característica crítica e de intervenção social.

 

Assista o Debate na íntegra:

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